Wednesday, July 24, 2024
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Obstáculos e perspectivas da integração africana debatidos em livro

Os historiadores Chuhila Maxmillian e James Zotto defendem a integração colectiva em África, sobretudo, na região de Sahara Ocidental. Os dois historiadores apelaram um diálogo eficaz e construtivo entre os marroquinos, baseado em interesses comuns, como forma de pôr fim ao conflito de longa data na região.O posicionamento dos historiadores foi apresentado durante o lançamento do livro ”Obstáculos e Perspectivas da Integração Africana: a Questão do Sahara Ocidental”, editado e publicado pela APE, ”i.e”: African Proper Education Network, que foi exposto no 11 de junho de 2024, na Universidade de Joanesburgo, na África do Sul.Durante as suas apresentações, os interlocutores tanzanianos, Chuhila Maxmillian e James Zotto, deram aos participantes uma visão histórica da questão do Sahara, apontando que existia uma ligação histórica entre os sultões marroquinos e as tribos saharianas, de acordo com os arquivos históricos dos quais dependeram durante a sua visita às províncias saharianas de Layoune e Dakhala, situadas na parte sul de Marrocos.Para além disso, os historiadores dizem que a região do Sahara tem registado um grande desenvolvimento socioeconómico, que é resulta dos esforços envidados pelo governo marroquino para fazer do Sahara um centro de desenvolvimento e investimentos.Chuhila Maxmillian e James Zotto apoiaram, durante o encontro, uma integração colectiva africana, particularmente, em Marrocos. Foram mais longe na argumentação ao sublinhar que os próprios marroquinos são capazes de encontrar soluções para os seus problemas internos, desde que, defendam os interesses de África como conteúdo unificado em termos de cultura e costumes, apesar da sua diversidade étnica e linguística.Acrescentam também que a unidade e a integração são armas importantes para enfrentar qualquer ameaça externa.Por fim, os interlocutores apelaram um diálogo eficaz e construtivo entre os marroquinos, baseado em interesses comuns, para pôr fim ao conflito “estéril” de longa data, tendo em consideração os esforços feitos pelas Nações Unidas e pela União Africana para acabar com esta disputa histórica.

Fonte:O País

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